Skip to content
Mbox Viewer Pro

mboxShell

A ferramenta de terminal gratuita por trás do Mbox Viewer. Abra, pesquise e exporte arquivos MBOX de qualquer tamanho — direto do seu shell, no Linux, macOS, FreeBSD e Windows.

Última v1.0.0 Livre e de código aberto Escrito em Rust MIT
mboxshell
mboxShell rodando em um terminal, mostrando um arquivo MBOX com lista de mensagens, pastas e painel de leitura.

Um kit MBOX completo no seu terminal

Tudo o que você precisa para trabalhar com enormes arquivos de e-mail — ler, pesquisar, encadear e exportar — sem interface gráfica e sem nuvem.

Qualquer tamanho

Um parser de streaming com buffer de 1 MB abre backups do Gmail Takeout com mais de 50 GB mantendo a RAM em torno de 500 MB.

Reabertura instantânea

Um índice binário persistente — verificado com SHA-256 — reabre até o maior arquivo em menos de um segundo.

Busca por campos

Filtre com from:, subject:, date:, body:, has:attachment e label:, além de frases exatas e um OR que agrupa alternativas: a OR b c se lê como (a OR b) AND c — na TUI ou pela linha de comando.

Etiquetas do Gmail e Google Groups

Detecta X-Gmail-Labels e as transforma em pastas virtuais para navegar e filtrar. Em um arquivo do Google Takeout, cada caixa do Groups aparece com o nome do seu grupo.

Encadeamento de conversas

Agrupa mensagens relacionadas em conversas com o clássico algoritmo de encadeamento JWZ, usando o identificador de conversa do Google (X-GM-THRID) quando a caixa o traz.

Exporte para qualquer lugar

Salve mensagens como MBOX, Maildir, EML, CSV, TXT ou HTML e extraia anexos individualmente ou em lote.

Mesclar e desduplicar

Combine vários arquivos MBOX em um, com desduplicação opcional para não importar nada duas vezes.

Interface de terminal completa

Uma TUI baseada em ratatui com três modos de layout, navegação estilo vi, temas escuro, claro e sem cores, um cursor que leitores de tela conseguem seguir e autocompletar para bash, zsh, fish, PowerShell e elvish.

Multiplataforma e bilíngue

Um único binário de ~5 MB sem dependências de execução. Funciona no Linux, macOS, FreeBSD e Windows, com interface em inglês e espanhol.

Novidades

As três versões mais recentes. A última, v1.0.0, saiu em 6 de outubro de 2026.

v1.0.0

6 de outubro de 2026

Primeira versão estável, com um arquivo de configuração que enfim funciona

  • É a primeira versão estável. A partir de agora, a linha de comando e o arquivo de configuração seguem o versionamento semântico (SemVer): qualquer mudança que os quebre só virá numa nova versão principal. 7 testes novos (308 no total).
  • Novo comando mboxshell config [path|show|defaults] (#40). path mostra onde fica o arquivo de configuração e se ele já existe; show exibe o arquivo com um aviso para cada valor ignorado; defaults imprime todas as opções com seus valores padrão como um arquivo comentado. O comando não altera nada e só escreve na saída padrão: redirecione defaults para um arquivo e você já tem um ponto de partida.
  • A maioria das opções do arquivo de configuração não fazia nada: só eram lidos o nível de log, o tema e as duas opções de anexos. Agora default_sort, sort_order, date_format, layout, show_sidebar, max_cached_messages, csv_separator e cache_dir funcionam, e um valor inválido volta ao padrão com um aviso, em vez de ser ignorado em silêncio. No macOS, o arquivo fica em ~/Library/Application Support/mboxshell/config.toml, e não em ~/.config/mboxshell como dizia o README.
Notas da versão v1.0.0

v0.9.0

5 de outubro de 2026

Exportações que batem com as pastas de anexos

  • export agora aceita --dirname dts|seq-no|seq-no0 e --seq-width N, como attachments e com os mesmos padrões do arquivo de configuração (#39). Com seq-no, cada arquivo EML, TXT ou HTML recebe o nome da pasta de anexos da sua mensagem — 0007.html vai com a pasta 0007/ —, então fica fácil saber quais anexos são de cada e-mail exportado; as exportações TXT e HTML também mostram essa pasta abaixo da lista de anexos. Com dts, o padrão, os nomes continuam os de sempre.
  • Numa caixa que começa com uma marca de ordem de bytes UTF-8 (BOM), a primeira mensagem era exportada errada (#38): o arquivo EML ou Maildir perdia o assunto, e export --format mbox colocava um separador duplicado na frente dela. Agora o BOM é descartado e a primeira mensagem é exportada como qualquer outra. 7 testes novos (301 no total).
Notas da versão v0.9.0

v0.8.2

4 de outubro de 2026

Fim do travamento ao exportar nomes acentuados

  • Corrige um travamento ao exportar mensagens cujo assunto ou remetente tem uma letra acentuada perto do início (#37). A verificação de nomes reservados do Windows adicionada na v0.8.0 cortava o nome do arquivo no meio de um caractere de vários bytes; afetava as exportações HTML, EML e de texto e a extração de anexos em todas as plataformas.
Notas da versão v0.8.2
Ver o changelog completo

A um comando de distância

mboxshell
$ mboxshell archive.mbox
# Abre a interface de terminal interativa
$ mboxshell search archive.mbox "from:jane has:attachment"
# Pesquisa direto da linha de comando
$ mboxshell export archive.mbox -f eml -o out/
# Exporta mensagens para MBOX, Maildir, EML, CSV, TXT ou HTML
$ mboxshell merge a.mbox b.mbox -o all.mbox --source-header
# Mescla arquivos — duplicados removidos por padrão (--no-dedup para mantê-los) — anotando de qual caixa veio cada mensagem
$ mboxshell attachments archive.mbox -o files/
# Extrai todos os anexos de uma vez

Instale

Baixe um binário pré-compilado para Linux, macOS, FreeBSD ou Windows na página de versões, ou compile você mesmo com Cargo:

$ cargo install --git https://github.com/dcarrero/mboxshell.git

O motor de código aberto por trás do Mbox Viewer

O Mbox Viewer para Mac e Windows nasceu do mboxShell. O app leva a mesma ideia — ler arquivos MBOX de qualquer tamanho, totalmente offline — a uma interface nativa caprichada, com busca, etiquetas, encadeamento e suporte a EML. Prefere o terminal? O mboxShell é livre e licenciado sob MIT.

github.com/dcarrero/mboxshell